Agora vem a outra face da moeda: a falta de fome, a inquietação por tudo e por nada, as dúvidas irracionais, o choro fácil, o medo de perder, as contas à vida, ao coração, ao futuro, o nó no cérebro, e no estômago, as músicas lamechas, o batimento cardíaco mais (se é que era possível) irregular, os ciúmes que inflamam a garganta, e tornam o simples e pequeno em gigantesco...
Pelos vistos só eu é que não sabia que era assim, e não gosto nada.
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